terça-feira, 8 de junho de 2010

Poema a todos os meus amigos loucos e àqueles que ainda vão enlouquecer:

Ester ciclo vicioso que me atinge
parece as vezes, a mim, grande esfinge
que decifrei, mas que me devora todos os dias.
Não será a esfinge-alegria?
Não tem forma de bicho,
nem humana. É vazia!
Amorfa, deforma a forma-ser.
Esta esfinge, no fundo, não me devora
ela é a farsa,
é a simples aurora.
Aurora que às vezes imita o entardecer!

Niteroi, 29-30/11/2008

São muitos os loucos, quero deixar claro. E muitos os em processo!

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